quinta-feira, agosto 23

drink-me


 “A água era o seu café; tanto que quando a tomava fazia questão de que fosse à xícara azul. Enquanto tomava-a, observava o brilho tênue da água e pensava nas histórias que poderia escrever. Seus textos, todos digitados em maquina de escrever porque decidira que a maquina “computador” era demasiadamente complexa para a sua inspiração; não concordava que o editor de texto corrigi-se as falhas, pois se na maquina errasse teria de reescrever o trecho e assim seria melhor para acrescentar detalhes.
   Quem o observava intitulava-o louco; parava durante horas olhando para o papel com poucas letras e pensando, pensando tanto que nem os olhos fechava e nem para outro lado olhava, uma perfeita estatua dizia 'ela' ”


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